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Pedofilia na Internet - vítimas e vitimologia

Atualizado: 27 de nov. de 2023

A atenção que deve ser dada à quem é de direito, e o CRIMINOSO PREDADOR SEXUAL E SERIAL CONSCIENTE que aguarde em reclusão.


Existe apenas uma única vítimas dos pedofílicos (abusadores e estupradores de crianças)


O perfil das vítimas e os facilitadores.

As vítimas são sempre escolhidas pela vulnerabilidade e sobre a questão situacional, ou seja, a oportunidade.


Claramente e de forma abjeta eles escolhem por encomenda através do crime organizado da rede pedofilia física e via internet. Encomendas com gostos, preferências e idade.


Algumas vítimas não tem mais consciência do tráfico da informação de seus dados em foto, vídeos, pois foram elaborados nas situações pedofílicas de abuso e estupro e transmitidas em o conhecimento e consentimento das vítimas, as crianças.


Como o pedofílico não é freado, as variedade e gostos se ampliam se conectam e sã organizados pelo crime da pedofilia em rede.


As vulnerabilidades da criança em rede.

Num entrevista com o sr. Rildo Silveira, um dos maiores especialista no mundo em crimes sexuais na internet e crimes sexuais contra crianças afirma que, a escolha do predador sexual e pedofílico é pela análise dos pais e dos perfis em rede, este é o nível de psicopatia e perversidade.


O nível do planejamento pedofílico (estuprador e abusador) é tão sofisticado e cínico ao ponto de as estratégias para angariar crianças para o acometimento do abuso, estupro e na face de chantagem, é feito.


A vulnerabilidade da "criança" (vítima) é no ambiente familiar quando tios, parentes ou pedofílicos de rede postam fotos de crianças em grupo familiares, redes sociais.


A vulnerabilidade da criança está quando ela posta fotos em poses se "moça" ou com roupas indicadas para uma adolescente ou mulher usar.


A maior vulnerabilidade da criança é a sua inocência e incapacidade de se defender.


A maior facilidade de um pedofílico nojento é a manipulação e acesso à criança, na família, em casa, na escola, na igreja e em rede social, haja vista que criança não se defende, ela é abusada calada e sofre.


A criança que estão passíveis destes danos, ou seja todas, DEVEM SER MONITORADAS EM REDE por responsáveis e pelo Estado.


Os danos do abuso sexual e estupro na infância

Na fase na qual a acriança entender que foi estuprada ou abusado por pedofílicos psicopatas, os momentos de revolta. O choro, crises de ansiedade, mudanças no comportamento de evacuar, urinar, irritabilidade, choro, ansiedade, medo, baixa autoestima, tristeza, comer falar, são características comuns ao abusados.


Nos casos dos bebês de até 11 meses além destes incluem a apatia, atraso no desenvolvimento, distúrbios do sono, vômitos e dificuldades na alimentação/amamentação e desconforto no colo.


Os casos de crianças de 1 à 4 anos , atraso no desenvolvimento, dificuldade no desenvolvimento da fala, agressividade acentuada, ansiedade, medo de pessoas, pesadelos, tiques e manias.


Para as crianças de 5 a 9 anos - falta de limite, distúrbio alimentares, enurese e encorpe-se, tendência ao isolamento, ansiedade e medo, comportamentos obsessivos, automutilação, déficit de atenção, hiperatividade.


Os pré-adolescentes e adolescentes de 10 a 19 anos - uso de drogas, tendência ao isolamento, automutilação, comportamento de risco, agressividade acentuada e ideação suicida.


O Projeto CARE, - Projeto de Rede de apoio especializado as crianças e jovens vitimas e violência sexual aponta dos dados abaixo sobre as vítimas de abuso:

  • Lesões e ferimentos relacionados com a violência ou força física utilizada;

  • Lesões e ferimentos relacionados diretamente com a violência sexual, como ferimentos nos órgãos sexuais, dor, sangramento, corrimento;

  • Problemas na saúde sexual e reprodutiva, como infeções sexualmente transmissíveis (ex.: HIV; herpes genital; clamídia);

  • Gravidezes indesejadas; Diminuição do apetite;

  • Insónias e pesadelos durante a noite (associados a pensamentos constantes sobre o que aconteceu) ou excesso de sono.

  • Choque, especialmente quando a violência sexual é cometida por alguém que se conhece ou em quem se confiava;

  • Raiva da vítima para quem praticou o ato e da vítima (erradamente) em relação a si própria, por não a ter conseguido evitar;

  • Culpa, apesar de a vítima não ter qualquer responsabilidade no que aconteceu;

  • Ansiedade ou medo constante, ligados a pensamentos e recordações frequentes em relação ao que aconteceu;

  • A vítima sentir-se sem valor (deixar de gostar de si própria);

  • Tristeza profunda, fazendo com que a vítima sinta que a vida não tem significado ou propósito;

  • Medo de que a situação de violência se repita; de estar só, medo do agressor; medo da descrença na sua fala do abuso e de nunca conseguir recuperar do ato violento.

  • Vergonha de contar o que se passou;

  • Ficar mais agressiva com as pessoas em seu redor, mesmo com as pessoas de quem gosta muito;

  • Magoar-se de forma propositada;

  • Começar a ter comportamentos de crianças mais pequenas (ex.º dormir de luz acesa, voltar a fazer xixi na cama);

  • Afastar-se de pessoas de quem gosta ou de locais (porque podem fazer lembrar o que aconteceu);

  • Desinteressar-se pela escola e descer as notas;

  • Desinteressar-se por outras atividades que antes gostava (ex.º fazer desporto, tocar instrumentos musicais);

  • Dificuldade da vítima em estabelecer relações íntimas e saudáveis; em respeitar o “não” de outra pessoa e os limites que ela lhe impõe;

  • Ter comportamentos sexuais de risco.



A omissão do Estado e da sociedade

Estado é omissivo, permissivo e quase coautor destes crimes quando penaliza com no máximo 10 anos com o apenado em reclusão e que será solto e fará a mesma coisa.


Mães, tias, irmãs são as maiores apoiadores deste crime no ambiente familiar quando defendem o pedofílico. sim a realidade é crua e nua, mas é esta. O estado omite e permite que este crime ocorra várias e várias vezes quando a incidência insistentemente movimenta o passos do pedofilico (abusador e estuprador de crianças).


O estado omite inclusive os reais indicadores e é permissivo mais ainda quando a pena é minúscula e inútil e também quando e o acolhimento pra a vítima que NÃO EXISTE no Brasil. a omissão do Estado é quando todas este danos e apresentados acima são menores que ao que alguns chama de "doença pedofílica", propõe tratamento desse "lixo" pedofílico e não o penaliza por no mínimo 40 anos de cadeia e que seria pouco.




Indicadores
  • A cada 24 horas, 320 crianças e adolescentes são vítimas de abuso (Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente);

  • 7 a cada 100 casos são denunciados

  • 75% são meninas, a maioria negra;

  • As meninas são vítimas de espancamentos, estupros, álcool e drogas, além de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs);

  • 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual (Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil - UNICEF e Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP);

  • Crianças de até 10 anos representam um terço do total: 62 mil das vítimas em quatro anos (Agência Brasil EBC);

  • 17.093 denúncias de violência sexual contra menores de idade, por abuso sexual foram 13.418 casos. (Disque 100);

  • 70% dos casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes são praticados por pais, mães, padrastos ou outros parentes das vítimas; (Agência Brasil EBC);

  • 70% dos registros, a violência foi cometida na casa do abusador ou da vítima; (Agência Brasil EBC)


Acesse siga e compartilhe o primeiro programa sobre crimes sexuais conta crianças: #GritoMudo, um programa do Canal Wolf, o canal da inteligência e do forense.






Referência e pesquisas:






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