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A Interação-Cérebro-Máquina: Brainnet, uma realidade de estudo e futuro próximo

Atualizado: 9 de dez. de 2023

(cérebro-interface-cérebro) + (forense-criminologia-forense) = ?


“O cérebro humano possui 100 bilhões de neurônios, cada neurônio conectado a 10 mil outros neurônios. Sobre nossos ombros temos a máquina mais complicada de todo o Universo.” (Michio Kaku, em 1947, físico teórico).



CONCEITO DE INTELIGÊNCIA E O CÉREBRO-HUMANO-MÁQUINA por Miguel Nicoléllis


O 'gerador de pseudo-ideias e textos' (recuso-me a dizer o nome comercial), é simplismente um bando de posterior futuro, analisa dados do passado, sem criatividade, sem emoção, sem instinto, essenciais para tais tarefas descritas acima. A inteligência é uma propriedade exclusiva dos organismos e é emergente da matéria orgânica, e foi e é, essencial para a sobrevivência pela seleção natural que constante. O cérebro computa com a matéria orgânica. (Nicolellis, M. ICB-USP,2021)


"A aplicação da tal I.A. no uso dos atuais 'plágios' através das ferramentas como a que copia textos 'do passado' ou gera pseudo-ideias para 'humanóides', mediante esse cenáro e viabilidades, faz com que o cérebro não se esforce para estipular parâmetros e busca, o empenho de buscar, da análise e da escolha, na elaboração do pensamento e na materialização como a fala, oralidade, a escrita e demais expressões de linguagem, do pensamento, do 'expresso'.


A plasticidade cerebral precisa do esforço de aprender para se modificação e se desenvolver, e esta não é acionada e nem estimulada pelo uso de tal DESinteligência PSEUDO-artificial (aplicação de métodos estatísticos multivariada e rede neurais). A mudança cerebral promovida pela plasticidade nunca funciona da mesma forma, pois é analógica "inteligente" e nada binária ou digital.


Miguel Nicolellis - " uma aplicação de métodos estatísticos multivariada e rede neurais, exterior de banco de dados, isso não a redes neurais a tal I.A.. Um futuro sem futuro? (...) O cérebro perdendo habilidades e capacidades mentais e neurológicas. A tal I.A. não é jamais será inteligente e nem artificial (...) A imersão contínua em lógica digital induz, treina o cérebro a achar que a recompensa, forma com que atua no esforço e aprendizado, é a imediatista e raza comoa da binária (...). Sentimento e atitudes não computáveis como a sociabilidade, a empatia, a emoção, a intuição, a criatividade que, não são passíveis de modulação matemática . (Nicolellis, M. ICB-USP,2021)

Miguel Nicolelis, neurocientísta brasileiro e vivo.



"O ser humano criou uma abstração mental que pode passar a ser mais importante que ele mesmo ou que a sua vida na forma de domínio dele mesmo e do seu grupo social. Braincêntrico, é o termo. (Nicolellis, M. ICB-USP,2021).


Resumo: A 'Human Brainet' é um projeto do neurocientista brasileiro Miguel Nicolellis com o objetivo científico além da transformação social, a entrega científica da disrupturas quanto ao controle e treinamento cerebral para fins restritivamente do próprio indivíduo, como o chute da bola dado por um paciente que há mais de dez anos sequer se mechia."


Esta discussão possui foco nas questões de investigação, casotem como objetivo. (...) Vídeo com toda a fundamentação e defesa de trinta anos de pesquisa com resultados.



A Human Brainet não é o projeto de um famoso barão tecnológico chamado E.Musk para fins exclusivamente financeiros. A pesquisa de Miguel Nicolellis de trinta anos é para a saúde do indivíduo e transformação social.



A DISCUSSÃO FORENSE NA PRÁTICA PERICIAL


Como será a perícia e legislação numa internet cerebral em nuvem? Como seria a cadeira de custódia desse dados, parada e crimes e identificação do dano que vai de físico, mental e até o externo e à terceiros? Como seria a fundamentação jurídica para coleta e preservação de provas? Interceptação "telefônica" e de "ambiente"?


Estes sinais são duradouros e captáveis, considerando alguns pela circulação, dispositivo externo e intracraniano. O poder computacional "cerebral" traduz em até 1016 operações por segundos, não muito diferente do que temos em computação hoje. O conceito de uma rede rede cérebro-a-cérebro é a conexão cerebral entre duas ou mais pessoas para o envio e recepção de mensagens, uma comunicação telepática, a internet cerebral , a Brainnet. Esse é altíssimo investimento de cientistas e empreendedores.


O cientista e médico Dr. Nicolelis, conclui que a humanidade se sincronizou e que esse conteúdo foi preservado para o futuro, e que os cérebros dos membros de grupos sociais agem de acordo com o primeiro relato. Esse processo cria novas realidades, universos próprios dos indivíduos, o que ele chama de "interações e inteligências coletivas": as Brainets. "Ao Olhar da atividade cerebral de várias pessoas se tivessem sendo monitoradas, eu posso definir o "hanking social" do indivíduo. "... o processo de seleção, o cérebro criaram uma criou uma "cola neural, uma espécie social por excelência." (Miguel Nicolellis).


O médico lidera um grupo de pesquisadores da área de Neurociência na Universidade Duke (Durham, Estados Unidos), no campo de fisiologia de órgãos e sistemas. Seu objetivo é integrar o cérebro humano com máquinas (neuropróteses ou interfaces cérebro-máquina). Em suas pesquisas descobriram um sistema que possibilita a criação de braços robóticos controlados por meio de sinais cerebrais.


Essa será a "Era das interfaces neurais", divididas em: BCI (Brain-Computer Interface), BCI (Brain-Cloud Interface) e BBI (Brain-Brain Interface):

  • BCI - Brain-Computer-Interface: interface telepática sintética e um dispositivo externo.

  • BCI - Brain-Cloud Interface.

  • BBI - Brain-Brain-Interface.


A tecnologia tem um dano de ganho e de dano trazidos por criminosos de de pessoa sem caráter. Se houvesse uma internet cerebral implantada e na ativa hoje, e tivéssemos os quesitos de crime informático (se considerado ainda informático): Culposo ou doloso? Crime informático de intrusão ou fraude?


Que tipo de pericia seria: com base em informações passadas além do esperado:


  • Espelhagem cerebral direcionada ao destino errado;

  • Pensamento em massa e coletivo que causa dano e crime hediondo;

  • Manipulação em massa de fakenews; especulações para crime ou ganho financeiros;

  • Manipulações em massa para fins comerciais;

  • Crimes potencializados pela agilidade de absorção do pensamento;

  • Sequestro ou roubo de pensamento e ou informações sigilosas;

  • Dano à saúde física;

  • Intrusão ou quebra de "Criptografia" através da atividade elétrica cerebral.


Sim, com base no conceito de Brainnet, termos este tipo de conjecturas de superfície, a priori.


A Interface-cérebro-máquina

Estudo interação-humano-máquina e interação-humano-computadores há mais de vinte anos e agora me deparou com este conceito de ensinar máquinas a trabalhar para nós e dentro e nos, num processo totalmente inverso.


A pesquisa de Nicolellis observava as atividades elétricas registradas e transmitidas para outro cérebro conectado através do exame de eletroencefalografia na troca de mensagens simples. Esse conceito é discutido com economistas, especialistas em comportamento, na tecnologia e na engenharia. A disciplina CCI/BIB é inter e multidisciplinar.


Por onde você começaria a sua prática pericial? LGPD? Perícia Humana ou Tecnológica? Invasão/intrusão informática, violação física ou "estupro intelectual"? Hoje temos uma manipulação de pessoas e de conteúdo em massa sem ter essa conexão, imaginem se um "empreendedor" sem caráter e empatia/culpa tiver acesso à essa ciência? (não é o caso do nosso cientista).


O médico afirma que a atual dependência digital é na verdade intelectual, política e econômica e este computador magnífico, o cérebro potencializado por big datas de terceiros e de informações centralizadas e distribuídas será o pico da evolução cerebral e da humanidade. E como ficar o Forense informático nesta extensão biológica?


Alguns estudos científicos e testes em andamentos

Universidade de Duke - EUA, Dr. Miguel Nicolellis.


Quem é?: Dr. Miguel Angelo Laporta Nicolelis, Médico ela Universidade de São Paulo e é Pós-doutor em Fisiologia e Biofísica pela Universi­dade de Hahnemann. É professor titular do Departamento de Neurobio­logia e Co-Diretor do Centro de Neuroengenharia da Duke University (EUA). É Pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS) e Coordenador do Projeto Andar de Novo, desenvolvido na AASDAP em São Paulo.


Hipótese: interação-cérebro-computador, a Brainnet. Um sistema que possibilite a criação de braços robóticos controlados por meio de sinais cerebrais.


Método e experimento:  Dr. Nicolelis conseguiu fazer com que ratos transmitissem informações entre seus cérebros a milhares de quilômetros entre si.



Universidades de Washington e Carnegie Mellon


Hipótese: interface (cérebro-a-cérebro) para exclusivamente três pessoas se comunicarem e resolver problemas.


Experimento e método: através de eletroencefalogramas (EEGs) com a estimulação magnética transcraniana (TMS), as pessoas foram conectadas a eletrodos de EEG e solicitadas a jogar no estilo de Tetris envolvendo blocos em queda.



Universidade Brown, nos EUA


Hipóteses: conectar cérebros humanos à dispositivos eletrônicos.


Experimento e método: em vez de cabos ligando corpo e máquina, será possível criar uma interface neural sem fios, aproveitando a velocidade das conexões de banda larga. Cientistas conseguem transformar sinais cerebrais da fala em frases escritas. A interface cérebro-computador-intra-cortical (BCI), com eletrodos implantados no córtex motor do paciente com sinais emitidos através de uma abertura no crânio, que se conecta à um computador externo.



E.M. e a Neuralink .


Hipótese: jogos pela internet e via "telepatia."


Experimento e método: interfaces neurais em dispositivos acessíveis, autônomos. Neuro nanorrobôs fornecem um sistema in vivo, não-destrutivo, em tempo real, seguro, de longo prazo e virtualmente autônomo, capaz de realizar a primeira interface cérebro-nuvem funcional.



Rajesh Rao (Universidade de Washington) e Engenheiro (Centro de Neurotecnologia)


Hipótese primária: interface (cérebro-cérebro) para a comunicação 'telepática' entre pessoas.


Experimento e método: através do exame de eletroencefalografia, foi simulado um jogo chamado de "Tetris", onde o desafio era completar blocos mostrados na tela, onde os emissores podiam tais blocos e linhas sem controlar diretamente o jogo. No caso, o 'emissor' decide a movimentação do bloco e passa essa informação diretamente do cérebro, pela internet, para o cérebro 'receptor', que passa para outro receptor dessa informação.


Hipótese secundária: aprendizado a longo prazo entre cérebros (confiança entre emissor e receptor).


Experimento: emissores para ser um “emissor ruim” e inverteu suas respostas em 10 dos 16 testes – de modo que uma sugestão “Sim, gire o bloco” seria dada ao receptor como “Não gire o bloco “e vice-versa. Com o tempo, o receptor passou de relativamente neutro em relação aos dois emissores a preferir fortemente as informações do “bom emissor”.



Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automática da França, o INRIA (Mind Mirror, Espelho da Mente)


Hipótese: visualizar a atividade cerebral em Realidade Aumentada e projetá-las em tela, espelhar a mente.


Método e experimento: através de um eletroencefalograma (EEG) e técnicas de realidade aumentada para observar imagens em tempo real do cérebro humano.



Universidade de Washington (UW) | Pesquisadores conectam dois cérebros humanos

Hipótese: comunicação Cérebro-Cérebro, em Tempo Real e via Internet.


Experimento e método: "sem" pistas para adivinhar as respostas. Os “indagadores” (participantes que faziam as perguntas), usaram tampões de ouvido para que não pudessem ouvir os diferentes sons produzidos, oscilando a estimulação entre cada jogo.



UC Berkeley e do Instituto de Manufatura Molecular dos Estados Unidos


Hipótese: criar uma interface-cérebro-humano em nuvem BCI), conectando neurônios e sinapses do cérebro pela internet através da nuvem, em tempo real através de "Neuronanorobôs". Download de informações e o conhecimento acumulado na internet, como uma matriz.



Instituto de Manufatura Molecular, no Vale do Silício (Ray Kurzweil)


Hipótese: nanorobôs neuraisusados ​​para conectar o neocórtex (neocórtex sintético) forneceriam um monitoramento e controle direto em tempo real dos sinais neurais.


Método e experimento: pela estrutura vascular humana, nanorobôs (endoneurobots, gliabots e sinaptobots) entram na massa hematoencefálica (BHE), na parênquima cerebral, nas células cerebrais individuais para se autoposicionar nos segmentos iniciais dos axônios dos neurônios , dentro de células gliaise na proximidade das sinapses. Transmitem, sem fio, até 6×10^16 bits/s de informações (processadas e codificadas) via fibra óptica nanorobótica numa transferência ultrarrápidas de dados para um supercomputador baseado em nuvem.




Nessa palestra ministrada pelo Neurocientista, o brilhantismo e humanidade vêm a exaustão, por isso recomendo em assistir e assinem o canal dele nesse link.



Recebeu prêmios como "Neuroplasticidade" (2009), Prêmio "Daniel E. Noble IEEE" (2017), atua no campo da Neurociência, Medicin, é considerado um dos vinte maiores cientistas em sua área no começo da década passada pela revista de divulgação Scientific American.



As perspectivas da perícia forense computacional

Dando uma refinada nas "hipóteses" traduzidas em intensões de lucro à quem patrocina, como perita computacional penso em como aplicar métodos e principalmente no desenvolvimento de ferramentas para esses métodos em função da conexão de extrema inversão e violação.


Intenções excepcionais que preocupam a mente de um Forense levando em consideração uma mente doentia e psicopata.


Algumas considerações e intenções me assustam quanto a perspectiva criminal, como:

  • supercomputador em nuvem para download e upload de informações “ao estilo da matriz” de cérebro para cérebro’;

  • monitorar e controlar cérebros em tempo real e em rede e, talvez em massa;

  • mediação a ser feita por rede neural para acesso instantâneo a todo o conhecimento humano acumulado disponível na nuvem;

  • capacidade de conexão de redes de cérebros humanos individuais e IAs para facilitar o pensamento coletivo fundido totalmente com as máquinas;

  • ativação de dados com os neurônios através de dispositivos no cérebro;

  • BCI (Brain/Cloud) - supercérebro global conectados cérebros humanos individuais e IAs) visando o pensamento coletivo;

  • Ray Kurzweil (Eng. Google e fundador da Singularity University) previu os nanorrobôs neurais com a finalidade de conectar o neocórtex do cérebros para extrair de dados e comunicação de cada indivíduo.


Estas fizeram-me lembrar de cenas de ficção científicas do seriado Smallville, o "Brainiac" que fazia exatamente isto, sugava informações totais de todo conhecimento alheio e usava somente em benefício próprio incluindo a forma física da pessoa, no caso pra nós metaforicamente.


A questão é a aplicabilidade da ferramenta, segurança de cérebros conectados. Métodos forenses e ferramentas a serem desenvolvidas o mais próximo possível destes cientistas para que em produção de mercado o dano para o mal uso seja mínimo. Códigos maliciosos, manipulações são o principal medo de quem estudo o comportamento humano em rede e no uso tecnológico a nível criminal e pericial.


Nicolellis, em pesquisa, observou que já existe uma computação orgânica com a função de eficiências e menor risco orgânico. A membrana da celular é o próprio computador orgânico. Ela é formada por proteína, lipídios e gordura, e o seu "gene" tem efeito sobre essa membrana que colabora entre si para realizar o "OutPut" entre si criando níveis de organização geral de humanos, organismos, tecidos, celulares e sociedade, através de um princípio único: o cérebro é protegido por um "Copywriting" único no mundo, sem chance de ser clonado ou plagiado. Eu espero, como Perita Computacional que sim.


Um amigo biólogo disse-me que a clonagem é possível e já foi realizada, logo essa teoria foi por água abaixo.



REFERÊNCIAS













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