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As Contribuições da Neurociência na Terapia Cognitiva Comportamental - Fobia.



Resumo - Este artigo disciplina de “Neurociência e os Aspectos Cognitivos” do curso da Especialização em Neurociência Criminal da Universidade Unyleya, tem como objetivo apresentar os conceitos da percepção, atenção, memória e do planejamento de ações dentro dos processos cognitivos. Também relatar sobre as interações sociais e o estudo do processamento de informações da cognição social.


INTRODUÇÃO


A psicologia cognitiva é o estudo da cognição dentro e sobre os processos mentais do comportamento humanos. Sobre as noções de processamento da informação, o estudo apresenta os sistemas responsáveis por este, onde o corpo e mente experimentam os sentidos pelo sistema sensorial e a relação entre eles. Segundo Lezak (1995, a neuropsicologia cognitiva compreende as relações entre distúrbios cognitivos e os circuitos neurais envolvidos nas funções cognitivas comprometidas e as preservadas auxiliando no diagnóstico de doenças neurológicas e psiquiátricas.


Este artigo apresenta uma opinião sobre a aplicabilidade da psicologia cognitiva no tratamento (intervenção) da fobia que é uma perturbação de medos desproporcionais, persistentes e intensos (irracionais) que gera ansiedade. O indivíduo (fóbico) pode ter episódios de pânico e também a organizar a vida (cotidiano e futura) e m função da evicção daquilo que lhe causa esse medo (..), independente do reconhecimento dele próprio da sua irracionalidade. O diagnóstico é clínico e o tratamento é principalmente com terapia de exposição ou hipnose aplicando a psicologia  cognitiva.


O cérebro é programado para detectar perigos (amígdala) bem como a nossa biologia. Reconhecer e responder rapidamente a estímulos perigosos é essencial para a sobrevivência e a preservação de nossa espécie. Um exemplo é a fobia que eleva a percepção dos estímulos perigosos tornando-a mais ágil (álamo sensorial e a amígdala lateral). Depois que a informação sensorial passa pela amígdala lateral, a representação neural do estímulo é distribuída em paralelo para vários núcleos da amígdala que podem ser modulados por sistemas como o de memórias de experiências passadas ou relacionados ao estado homeostático do indivíduo e deflagram todo um repertório de reações de defesa (Charney, 2003; LeDoux, 1998).


No contexto da relação ‘mente e cérebro’, a neuropsicologia estuda essa relação quanto ao seu funcionamento com base na psicologia cognitiva a fim da compreensão de patologias ligadas ao modelos conceituais do funcionamento da mente saudável. A interface mente-cérebro em pacientes neurológicos é estudada pela neuropsicologia (neurologia comportamental) a fim de entender a organização do sistema nervoso central (Oliveira, 2006) como os padrões de alteração psicológica (neurológico e psiquiátrico), viabilizando desta forma,  a medição do desempenho cognitivo fazendo, essencialmente, à prática da atividade clínica para a realização da avaliação, do planejamento e da implementação de procedimentos específicos na terapia.

De forma alternada, a estrutura neural e a função mental dados o localizacionismo (funções mentais específicas cerebrais) e o holismo (funções cerebrais envolvidas essencialmente em todas as demais funções mentais. (Castro & Landeira-Fernandez, 2001; 2011; Kristensen, Almeida, & Gomes, 2001).




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Gostaria de agradecer de forma pública a excelência da Universidade UNYLEYA pelo conhecimento proposta e viabilizado, pelos colegas e pelos professores e tutores das disciplinas nesta caminhas de 12 meses e que agora concluo sob muito esforço e renúncia mas uma especialização "Neurociência Criminal" que me totalizam 400 horas de estudos e paixão pela matéria.


Gratidão Unyleya e à mim, claro pelo empenho.

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