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O Ataque Grover Cleveland School: ela "Odiava as Segundas-Feiras" (1979 - EUA)

Atualizado: 16 de mar.

A primeira mulher na autoria em ataques/assassinatos em massa em escolas registrado.

PERITA KARINA A. GUIMARÃES PONTE

Dados essenciais:

Data: 27 de janeiro de 1979;

Tipo de crime: Assassinato em massa a tiros;

Vítimas: 2 crianças mortas e 9 feridos.

Autor: Brenda A. S. , 16 anos de idade (será chamada de 'Autora-F');

Local: "Escola Primária Grover Cleveland" - EUA;


Resumo do crime - Na manhã do dia do crime, a 'Autora-F', iniciou disparos contra os alunos da escola próxima á sua residência e posteriormente foi à escola e realizou disparos no local vitimando e ferido os alunos, e depois retornou à sua casa e foi dissuadida por policiais especializados para o fim do crime após 7 horas.


"Modus operandi"

- Planejamento


A - AS MOTIVAÇÕES E OS CRITÉRIOS DA DATA E HORA DO CRIME


O dia de 29 de janeiro de 1979 foi o escolhido pela jovem para cometer um massacre com sua arma, supostamente pelo simples motivo de ser uma segunda-feira:

_“Eu os ataquei porque não gosto das segundas-feiras. Só fiz isso para animar meu dia”.

Em inquirição à polícia, ela relembra sobre o presente de natal dado pai:


_“Acho que meu pai queria que eu me suicidasse. As segundas-feiras fedem. Especialmente aquela”.


B - A ESCOLHA DA HORA E MOMENTOS ESTRATÉGICOS


A hora e local foram escolhidos por observação (morava perto) no qual os alunos estavam do lado de fora, então ela de sua janela que dava direto ao portal escolar, aguardou o momento certo.


_"Eu não tinha nenhum motivo para isso, e foi muito divertido. Era como atirar em patos em um lago". Eles pareciam um rebanho de vacas parado ao redor; foram escolhas muito fáceis."



C - AS VÍTIMAS


Os alvos escolhidos por serem um alvo fácil e acessível pelo local que se encontravam no horário. em narrativa à polícia citou que iniciou o disparo com o aluno C.M de 9 anos de idade (..."porque ele usava roupas da sua cor favorita, o azul").



- Execução do crime


- ARMAS E ACESSÓRIOS UTILIZADOS


No natal de 1978, ele presenteou a filha com uma arma (1 rifle Ruger semiautomático calibre 22 com mira telescópica e 500 munições) e a treinou para tiros e pontaria.



- DINÂMICA


Na manhã referida, a 'Autora-F' da sua janela em sua residência após observar o momento esperado iniciou o assassinato em massa com disparos dentro da escola, feriu e vitimou alunos ao som de seu sorriso e de suas gargalhadas e, depois retornou à sua casa não cessando os disparos, deu uma entrevista para um repórter que ligou em sua casa. O crime perdurou por 7 horas e foram feitos o total de 39 disparos em 20 minutos pela autora.


O crime acabou após as equipes da SWAT e a ENE - Equipe de Negociações de Emergência por 6 horas, o Policial Paul Olson conseguir dissuadi-la e que se entregasse..


Alguns alunos que estavam no local escolhido pela Autora, foram salvos por um comandante usou um caminhão de lixo para usar como escudo e dirigir para a linha de fogo para resgatá-los.


Na busca na casa a autora, a polícia encontraram garrafas de bebidas destiladas, fortes quase em toda a casa, mas a autora não parecia estar sob efeito também ao álcool.


Perfis

- Perfil psicológico da autora


'Autora-F ' nasceu em 3 de abril de 1962 na cidade de San Diego e foi criada numa família tradicional. Sempre foi uma pessoa solitária, complexada devido à sua percepção sobre o seu aspecto físico chegando a ter ódio: em seus 1,57 cm de altura; cabelos 'ruivo natural', sardas, a cor caucasiana e também por ter de usar óculos e seus óculos gigantes para a miopia.


Na época escolar foi avaliada como suicida por uma equipe de uma instituição para alunos problemáticos. Sobre a sua condição em custódia, descobriu-se que Spencer tinha uma lesão no lobo temporal de seu cérebro devido à um acidente na infância e, após uma avaliação médica foi diagnosticada com depressão, psicótica e depressiva que deliberou que ela deveria ser tratada num hospital psiquiátrico por representar um perigo a si mesma e aos outros, porém o seu pai não autorizou ao tratamento.


O Promotor de Justiça do caso, Dr. Richard Sachs, alegou que a 'Autora-F' possuía incapacidade de lidar com o estresse e reagindo com raiva após um evento ocorrido que fez a mesma fez tatuar com fogo em seu braço as palavras 'courage' e 'pride ', coragem e orgulho, respectivamente após o término de um relacionamento que tinha com uma detenta que conseguiu a sua liberdade após o cumprimento de sua pena.


Em 27 anos como adicta, fez uso de PCP, álcool, devido ao uso forçado e imposto pelo pai, LSD, maconha, pílulas e aos começado a usar heroína. Na prisão ela frequentou Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos; o Programa de Controle da Raiva e Co-Dependentes Anônimos (CoDA) e curso variados de autoajuda. No dia do crime , a autora consumiu bebida alcoólica junto do seu remédio habitual para epilepsia.


A 'Autora-F' demonstrava prazer e euforia em ver pessoas sendo assassinadas e policiais sendo mortos ou feridos e demonstrou desejo de matar agentes da polícia referindo aos mesmo de "porcos".


Durante as negociações com a SWAT, em uma das tratativas ela responde ao policial: _"Tenho que ir agora. Atirei em um porco (policial), acho e eu quero atirar mais. Estou me divertindo muito para me render".


Sobre as habilidades da 'Autora-F"

Fez cursos e atuou como fotógrafa (1. lugar na 'Humane Societ'); técnica de reparo (12 anos); motorista de empilhadeira credenciada; recepcionista do Corpo de Bombeiros por anos; se apresentou no grupo musical da prisão chamado; tutora do 'Projeto Ler'; 'Alfabetizou algumas detentas"; tirou a carteira de habilitação; trabalhar em oficinas; fez aulas vocacionais de eletrônica, de artesanato, de estofamento, manutenção de armazém e também um programa de preparação de animais.


- Histórico familiar


Após o divórcio além do comportamento antissocial, a 'Autora-F' passou a conviver com o pai, Wallace S. que além de episódios nada agradáveis de um alcoólatra, era o abusador sexual da filha e também a maltratava. Wallace, ainda não aceitou e permitiu que ela fosse integralmente uma mulher, um menina onde roupas e aparência de mulher não era permitido.


O pai obrigava-a a se vestir e usar cabelos de menino. Ele morreu aos 87 anos em 2016 e chegou a se casar com o colega de cela da filha de apenas 17 anos, mas eles se divorciaram mais tarde.


Ambos dormiam juntos num colchão no chão da sala sob a alegação do pai de que não tinha condições de terem. Claramente foi manipulada e influenciada pelo pai, sendo o seu único interesse as conversas e as práticos de tiro e armamentos. No natal de 1978, ele presenteou a filha com uma arma utilizada no crime e também a treinou para, tiro e pontaria. A 'Autora-F' pediu apenas uma rádio de natal e ganhou a inicio do inferno em sua vida, o rifle que usou no assassinato em massa.


O seu interesse e assuntos giravam em torno dos filmes e brincadeiras de guerra; falar sobre assassinatos, falas sobre a sensação de atirar em pessoas e também caçava pássaros na vizinhança. Certa vez chegou a atirar na nuca de um coelho a 25 metros de distância e em atividades ela matou um monte de lagartos e esquilos e afirmou de m sonho de se tornar-se uma atiradora profissional.


Além de seu pai, os irmãos de 'Autora-F' raramente a pseudo-família a visitava na cadeia enquanto ela estava presa. Os pais chamados à escola para serem informados de que a sua filha era suicida, foram absolutamente indiferentes.


- Histórico escolar


Frequentou a Patrick Henry High School e considerada por colegas e professores como uma garota muito esquisita, solitária, sozinha na escola. Nunca se geralmente não se interessava pela escola, e com problemas ausências e não cumprimento das atividades. Em 1978 foi encaminhada para uma equipe de uma instituição para alunos problemáticos.


- Histórico criminal


Desde cedo histórico de pequenos furtos, abuso de drogas, chegando a ser detida por disparos contra o prédio da escola primária, a mesma do dia do crime, o seu alvo.


Declarou-se como culpada de duas acusações de assassinato e agressão com arma mortal. Ela foi condenada à prisão perpétua com chance de condicional a partir de 25 anos de cumprimento das penas. Ela está atualmente na California Institution for Women em Corona, Califórnia.


Depois de se tornar elegível para liberdade condicional negada por 4 vezes negado até o ano de 2019 e em foi 2021 deferida.



- Os sinais e evidências do futuro crime


Um tempo antes do crime fez declarações à colegas da escola:

_"Uma manhã dessas, você vai me procurar. Ninguém me entende. Você não precisa esperar muito para ver o que está acontecendo comigo."


_ "Vou fazer algo grande para aparecer na TV". Relatou que leu Helter Skelter um ano antes de seu crime à seus colegas da escola.


Um certo dia, 'Autora-F' foi detida por disparos contra o prédio da escola primária na qual vitimou crianças em janeiro de 1979.


Sobre as vítimas da escola que atacou:


_"São um rebanho de vacas”..., e completa : _"...facilmente apanhados".


Sobre situações em que policiais eram mortos e feridos: _"Muito bem!"



- Julgamento e condenação


Foi condenada à prisão perpétua com chance de liberdade condicional após 25 anos e até o momento com 4 negativas de liberdade condicional.



- Influência na sociedade, mídia e em crimes posteriores


Dez anos depois este evento "inspirou" outros atiradores do seu país como o ocorrido numa escola com o mesmo nome daquela, porém noutro estado.


A frase sobre o ódio das segundas-feiras inspirou de forma doentia a canção 'The Boomtown Rats' , ficando em primeiro lugar no Reino Unido por 4 semanas. O vocalista do Boomtown Rats, escreveu uma música titulada de "I Don't Like Mondays" (07-1979) sendo o maior sucesso da banda na Irlanda.


A Autora- N. Leigh Hunt, themurderhistorian.blogspot.com, é "tudo sobre 'Autora-F' e mundo estranho que a cerca".


Foram criados dois documentários "The Killing of America" (1982) e "I Don't Like Mondays (2006) respectivamente envolvendo o caso e também um episódio "Killer Kids" da Lifetime Movies também retratou sobre o caso (2014).



Conclusão

Mais uma vez a omissão do Estado mediante a ausência total da família no tocante à abusos e maus tratos, incompetência, alienação e negligência parentais e questões mínimas envolvendo sobrevivência e qualidade física e mental de uma criança e adolescente, participaram do assassinato daqueles adultos e aquelas crianças naquela escola no fatídico dia".


Estes genitores , assim dizendo pais, 'mataram' qualquer chance desta garota ter uma vida. O Estado é o maior responsável por esta tragédia por ter se negado a confrontar esta pseudo-família a partir do entendimento de que ela era órfã de pais vivos' e desta forma por consequência.


Percebendo o alto rendimento da 'Autora-F', é evidente que ela está mais protegida e bem assistida dentro de uma prisão do que dentre de uma casa com uma 'família' pela forma com que ela se relaciona com as detentas, pelo alto rendimento que tem dentro da cadeia e pela vontade e força com que tanta ser uma pessoa melhor.


Pelo visto ela mostra se esforçar para isso mesmo diante da vida abjeta que tinha dentro no local e convívio que deveria ser o melhor e a sua base, a tal da família tradicional. A dívida do Estado para com ela é maior dela para com o Estado.




Em 07 de abril de 2023 o Governo Federal través da

"Operação Escola Segura" criou o canal de denúncias.




Referência bibliográfica


https://en.wikipedia.org/wiki/Cleveland_Elementary_School_shooting_(Stockton)

www-washingtonpost-com

https://www.cdcr.ca.gov/bph/parole-suitability-hearings-overview/events-before-a-parole- adequação-audição

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